Archive from fevereiro, 2010

COSAN CONFIRMA COMPRA DE REDE DE POSTOS PETROSUL

Portal EXAME | 14.12.2009 | 17h40

Por Eduardo Magossi

São Paulo – A Cosan S.A., maior grupo do setor sucroenergético brasileiro, adquiriu a rede de postos de combustíveis da marca Petrosul. No total, foram comprados 83 postos, localizados no Estado de São Paulo, de acordo com nota divulgada hoje pela empresa.

A informação também foi confirmada pelo diretor comercial da Petrosul, Ronald Pereira da Silva. O valor da negociação não foi divulgado pelas empresas, mas fontes próximas da operação estimam que o negócio foi fechado por cerca de R$ 70 milhões. Read more »

fev 8, 2010 - Outros - Energia    No Comments

TEMPESTADES SOLARES AFETARÃO MUNDO EM 2012

Tempestades magnéticas no sol podem danificar sistemas de comunicação e causar blecautes no mundo em 2012

Paula Rothman, de INFO Online 08/02/2010 | 10:43

O aviso foi feito enquanto astrônomos se preparam para o lançamento do Solar Dynamics Observatory (SDO), projeto da NASA que irá monitorar de forma muito mais precisa o Sol.

“Uma nuvem solar pode literalmente engolir a Terra”, explica o professor Richard Harrison, diretor da divisão de Física Espacial do Rutherford Appleton Laboratory, umas das organizações envolvidas na missão da NASA. Read more »

VAZAMENTO DE PETRÓLEO: DESASTRE ECOLÓGICO QUE MOSTRA O RASTRO NEGRO DO HOMEM

 Navio petroleiro derrama 42 milhões de litros de petróleo no Oceano Pacífico e ameaça as espécies marinhas.

Bastou o descuido de um único homem para que a natureza sofresse uma das piores agressões dos últimos tempos – e o que não tem faltado nestes tempos são castigos ao meio ambiente. Depois de chocar-se com arrecifes na baía Príncipe William, no Alasca, o petroleiro Exxon Valdez derramou nas águas geladas do Pacífico Norte 42 milhões de litros de petróleo, algo como 45 por cento da produção diária da Petrobrás. Possivelmente embriagado, o comandante do navio, Joseph Hazelwood, tinha deixado o leme a cargo de um imediato – e foi literalmente um desastre. Para mal dos pecados, com o óleo já esparramado no mar, as equipes encarregadas da limpeza levaram nada menos de 36 horas para entrar em ação, desperdiçando um tempo irrecuperável. Read more »

OCEANS & OIL SPILLS

Oceans & Oil Spills

The petroleum industry’s safety record of handling oil and its products in Australia has been excellent and has been maintained throughout the last two decades of rapidly increasing volumes produced and transported in national waters. Oil spills from offshore production have been insignificant and, while there have been some spills arising from shipping accidents, none has had a lasting adverse impact on the marine environment. Read more »

O ETANOL COMO COMBUSTÍVEL

O etanol (álcool etílico) é uma molécula orgânica relativamente simples (CH3CH2OH) e de fácil obtenção, que se mistura facilmente com outros líquidos (água e gasolina) e encontra uma ampla aplicação na vida cotidiana do brasileiro. O etanol é usado como solvente industrial, anti-séptico, conservante, componente de diversas bebidas, em desinfetantes domésticos e hospitalares, solvente de fármacos importantes e na forma de combustível. Read more »

DELVING DEEPER FOR OIL IN THE GULF OF MEXICO

Shell has been a leader in deepwater exploration and production for the last 30 years. Perdido in the Gulf of Mexico is one of our most challenging deepwater projects. Shell has a 35% interest in the project and is the operator. Perdido is in a water depth of some 2,380 metres First production from Perdido is expected in early 2010.

Technology

Perdido, moored in ~2,380m of water, will be the world’s deepest Direct Vertical Access Spar. The spar will act as a hub for, and enable development of, three fields – Great White, Tobago, and Silvertip – and it will gather, process and export production within a 48km radius. Tobago, in ~2,925m of water, will be the world’s deepest subsea completion. Initial production from these fields is expected to be ~ 100 kboe/d, with capacity in the Perdido facilities for further incremental growth. 

 

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TERRA DEVASTADA – PETROLEO NO CANADA – PARTE 3

No entanto, vistas do ar, as lavras logo ficam para trás. Voando baixo sobre o rio, e assustando um filhote de alce que cruza um afluente estreito, o biólogo Preston McEachern e eu seguimos para noroeste na direção dos montes Birch, percorrendo vasta extensão de mata intacta. A floresta boreal canadense estende-se por 5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 75% permanecem inexplorados. Até hoje, as lavras de areia betuminosa já transformaram 420 quilômetros quadrados – um centésimo de 1% da área total – em pó, terra e lagoas de dejetos. O aumento da exploração in situ pode afetar uma área bem maior. Ambientalistas e biólogos preocupam-se com a possibilidade de a fragmentação crescente da mata, promovida por madeireiras e mineradoras, colocar em risco a sobrevivência de renas e outros animais. “A floresta boreal, tal como a conhecemos, pode desaparecer em uma geração se não houver mudanças importantes nas políticas atuais”, diz Steve Kallick, diretor da organização Pew Boreal Campaign. Read more »

TERRA DEVASTADA – PETROLEO NO CANADA – PARTE 2

Sem o rio não existiria exploração de areia betuminosa. Ao longo de dezenas de milhões de anos, suas águas levaram embora bilhões de metros cúbicos de sedimentos que recobriam a camada de betume, colocando-o assim ao alcance das escavadeiras – e, em alguns locais, na própria superfície. Nos dias quentes de verão, ao longo do Athabasca, o betume escorre das margens e confere um brilho oleoso a suas águas. Os primeiros mercadores de pele relataram tal fenômeno e também que os nativos usavam a areia para calafetar as canoas. Sob temperatura normal, o betume é viscoso, mas abaixo de 10ºC fica tão duro quanto um disco de hóquei, como sempre dizem os canadenses. Em algum ponto do passado, contudo, era igual ao petróleo leve, o mesmo líquido que, há quase um século, as companhias petrolíferas vêm bombeando de reservas profundas no sul da província de Alberta. Dezenas de milhões de anos atrás, de acordo com geólogos, grande volume desse petróleo foi empurrado na direção nordeste, talvez devido a um soerguimento das Montanhas Rochosas. Durante esse processo ele acabou subindo à superfície, ao longo de camadas inclinadas de sedimentos, até que, no fim, alcançou profundidades rasas e frias o bastante para proliferação de bactérias. E foram elas que transformaram o petróleo em betume. Read more »

TERRA DEVASTADA – PETROLEO NO CANADA – PARTE 1

Um dia em 1963, quando tinha 7 anos, Jim Boucher verificava com o avô uma série de armadilhas de caça alguns quilômetros ao sul da reserva indígena de Fort MacKay, à margem do rio Athabasca, no norte da província canadense de Alberta. Essa região faz parte da floresta boreal que se estende pelo Canadá, recobrindo mais de um terço do país. Em 1963, essa mata estava quase toda intocada. O governo ainda não construíra a estrada de cascalho até Fort MacKay, e só dava para chegar ali por meio de barcos ou, no inverno, em trenós puxados por cães. As tribos indígenas Chipewyan e Cree – Boucher é chipewyan – viviam isoladas do mundo. Para se alimentar, caçavam alces e bisões, pescavam percas e trutas salmonadas no rio Athabasca. Seus rendimentos vinham da venda de peles de castor e visom no entreposto de Fort MacKay, onde não havia gás, eletricidade, telefone ou água encanada. Todos esses serviços apenas seriam instalados nas décadas de 1970 e 1980. Read more »

COMO FUNCIONA O ETANOL

A necessidade de mudanças na indústria de energia não é mais discutida. Além do perigo da completa dependência do petróleo importado, quando a política global passa pelo seu período mais volátil durante décadas e com a queima de milhões de litros de combustíveis fósseis (gases do efeito estufa) o impacto ambiental tem sido mais rápido do que pensamos, está começando a pesar no consciente coletivo. Então qual é a solução? Read more »

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